O aborto tem sido aceite na maioria dos países. Mas, será que é uma prática moralmente aceitável?
No meu entender, não. Para além de desrespeitar o direito à vida, que é o mais importante direito do ser humano, o aborto reduz um bebé a um conjunto de células, o que não corresponde de todo à realidade.
A criança forma-se na barriga da mãe e, desde o primeiro momento é um ser vivo, ainda que esteja em processo de crescimento.
Há pessoas que defendem o aborto em caso de deficiência grave. Isso, do meu ponto de vista, é absurdo. Imaginemos que o bebé nasce e, contra todas as expectativas não tem qualquer problema de saúde, se a mãe tivesse abortado, não teria tido sequer a oportunidade de pegar no seu filho ao colo. E depois, de quem era a culpa? Dela, claro!
Desta forma, o aborto é inaceitável, porque mesmo que a criança nascesse deficiente continuava a ser um ser humano igual a todos os outros.
Mas esta não é a única razão pela qual o problema do aborto foi levantado! É agora que chega a questão da gravidez indesejada/involuntária. Se, por exemplo,uma mulher que foi violada, engravidou, o que se faz nesses casos? Há quem defenda que, cada vez que olhar para o filho, a mulher se vai lembrar do trágico episódio.
Eu sou de opinião contrária. Acho que o bebé poderia até ajudar a mãe a recuperar do sucedido. Ao tirar a vida ao pobrezinho estaríamos a ser egoístas, não pensando por um segundo no direito que o bebé tem: o direito à Vida.
Concluindo, considero que não existem razões possíveis para a aceitação do aborto, já que esta prática é um atentado à vida humana. Já pensou o que seria se todas as mulheres do mundo decidissem abortar?